Brama Veda


É a vida

O simples enxergar do outro é vazio

A menor percepção do outro é nobre

Compreender pode ser mais forte que repreender

Repreender não deve ser ferramenta para se arrepender

A vida é simples e nossas tarefas são tão simples quanto

Nós é que temos a mania de dificultar os próprios passos

E a dificuldade que enfrentamos esta ligada à visão do outro

Pois no outro nos projetamos muitas vezes pelo simples modo de vestir-se, por exemplo!

O outro por vezes é um espelho pronto a nos mostrar como somos ou como deveríamos ser

Como disse, a vida é simples, más teimamos em nos desentender.

O problema central no enxergar do outro está em segundo plano, pois para enxergarmos o outro, é preciso maturidade e pensamento crítico necessário para não só enxergar más principalmente compreender a si mesmo.

A utopia, que chamamos de vida materializada, que de certa forma até nós seres mortais podemos perceber, é uma poeira do que existe de fato, pois não seríamos merecedores de compreender o chamado mundo. Digo isso, porque acredito que diante de um pensamento religioso ou somente amparado por coerência coletiva, se por merecimento ou não, estamos muito longe do mundo real e perfeito.

O que nos sobra e devemos nos contentar é esse umbral coletivo onde pessoas sobrevivem acreditando viver quando simplesmente existem até que possível verdade lhe absolva ou não, da interrogação finita que é a vida.  



Escrito por André Maronna às 22h00
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Veja se você votou neles

Treze vereadores cassados em São Paulo

Adolfo Quintas Neto

Carlos Alberto Bezerra Júnior

Cláudio Roberto Barbosa de Souza

Dalton Silvano do Amaral

Gilson Almeida Barreto

Ricardo Teixeira

 

 

Wadih Mutran

Carlos Alberto Apolinário

Domingos Odone Dissei

Marta Freire da Costa

Ushitaro Kamia

Adilson Amadeu

E...

 

 

Paulo Sérgio Abou Anni

 



Escrito por André Maronna às 08h56
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Olímpiadas no Rio? É Festa!

                      

    

Não acredito!

Elegeram o Rio?

Será que ninguém avisou o que havia dentro daquele enorme barril?

Infelizmente no Rio, já há um enorme barril!

E como na política, é dividido por ministérios ou bocas...quebradas...sei lá!

Tem o barril da educação

Tem o barril da segurança

Tem o barril da cultura

Tem o barril do transporte

Tem o barril pesadíssimo do tráfico de drogas

Tem é claro, o barril da corrupção e...

O barril da população.

 

O primeiro a explodir pela ordem é claro que é o da educação

Primeiro porque educação não será resolvida em cinco ou seis anos

Segundo, porque existe uma cultura favorável ao malandro

Logo o trabalhador é mané!

 

O segundo a explodir será o da segurança

Primeiro porque não há espaço no Rio pra tanto vagabundo

Segundo porque acordos como os da era Garotinho, já provaram não ter dado certo!

Terceiro porque o sistema colabora para que não se respeite a ordem

E sem esquecer do despreparo e baixos salários da polícia

 

O terceiro a explodir será o da cultura

Acredito honestamente que a grande periferia carece deste tipo de evento, logo a não percepção do belo é maléfica para a grande obra chamada olimpíadas.

 

O quarto a explodir é claro que será o transporte!

Primeiro porque taxista mau elemento é o que não falta

Segundo porque não há ônibus suficiente e qualidade de transporte aceitável

Terceiro porque o transporte é fundamental numa cidade que tem uma olimpíada.

E o pior... O pouco que resta e não funciona, o povo queima em sinal de protesto

 

O quinto barril e o mais pesado a explodir é o tráfico de drogas

Para acabar com os traficantes, teríamos de ter tido sucesso na educação. Logo a cultura teria de ter colaborado para que os jovens pudessem ter outros interesses. Outra coisa, seria necessário acabar com os morros, logo a cidade passaria a ser chamada de Planalto Central e o Cristo seria o único a viver no alto do morro.

 

Quanto ao barril da corrupção, vou deixar para escrever em outra oportunidade pois pode ter algum cardíaco lendo. Fico preocupado!

 

E a população?

 

Mais uma vez compareceu em peso para aparecer ao mundo!

Viu brasileiros ignorantes, se não fosse aquela cambada de desempregados pulando na praia, ou ainda, se este evento fosse em São Paulo, seria preciso alinhar o horário do anuncio com a hora do almoço do Paulistano, pois enquanto o Paulistano trabalha, o cidadão carioca relaxa e goza. Ops... conheço essa frase!



Escrito por André Maronna às 22h18
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O D E I O

Hoje te amo

Amanhã te odeio

Hoje sou branco

Amanhã te odeio

Hoje sinto orgulho

Amanhã te odeio

Te admiro

Te odeio

Te vejo

Te odeio

Te enxergo

Te odeio menos

Te espanco

Doeu?

Ainda te odeio!

Sinto-me melhor

Me odeio

Nunca

Te odeio

Quanto ódio!

Odeio

Que tédio

Do ódio?

Odeio

Deixe de rodeio

Odeio

Vá direto ao assunto

Odeio

Vá passear num rodeio

Nunca, odeio.

Isso parece loucura

Verdade?

Que ódio!

De que?

Sei lá... Odeio!

Que tal falar de algo mais animador, menos pesado?

Nunca... simplesmente odeio!



Escrito por André Maronna às 01h08
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Traktor

Para os Palmeirenses de plantão, segue uma boa noticia. Uma empresa chamada Traktor que fica no bairro do Tatuapé desenvolveu uma linda camisa para a equipe Palmeirense de Futebol americano. É a principal empresa a confeccionar uniformes para a liga de Futebol Americano e pelo que vi no site, faz uniformes para todo o Brasil.

Vale conferir!

 

Abraço a todos!

imagem tirada do blog: http://traktorblog.wordpress.com/ 

www.traktor.com.br



Escrito por André Maronna às 10h54
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Guerra psicológica

 

 

Caros amigos,

Praticamente todos os veículos de comunicação do mundo anunciaram que a Marinha francesa estaria em busca de um piloto pelo mar Mediterrâneo. Dois aviões de caça modelo Rafale caíram próximos à cidade de Perpignan.  

Este foi o primeiro acidente com os caças multiuso Rafale da Marinha da França, que possui 17 desses aviões.

As circunstâncias do acidente não foram trazidas a público, mas de acordo com algumas agências internacionais haveria confirmação de que os caças teriam se chocado.

Fabricado pela Dassault, o Rafale é o mais avançado caça francês, e foi utilizado pela missão da França no Afeganistão. O modelo que nunca foi exportado tem sido pretendido pelo Brasil que espera comprar 36 aviões.

O curioso de tudo isso, é que estão fazendo uma propaganda enganosa insinuando que os caças não são confiáveis e que a questão da segurança deveria ser mais bem pensada. Embora eu não conheça nada a respeito de aviões, não me agradou a forma como as informações chegaram a domínio publico.

É claro que isso faz parte da guerra psicológica tão conhecida e necessária em momentos como este que vivemos, onde guerras físicas deixaram de ter lugar imediato deixando assim que a manipuladora mídia insira em nossas mentes o que eles querem que a gente entenda!

Todos sabem que essa licitação que foi aberta envolve bilhões de dólares e nem os Americanos, nem os Alemães muito menos os suecos querem perder essa boquinha e é nesses momentos difíceis que os manipuladores donos do poder usam a informação de massa para nos convencer, por exemplo, que o avião que caiu não é a melhor coisa para o Brasil por não ser confiável.

 Na verdade, o que preocupa nossos governantes e parlamentares é se a comissão pela compra dos aviões vai dar pra todo mundo!



Escrito por André Maronna às 00h43
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La gente que me gusta

Me gusta la gente que vibra, que no hay que empujarla, que no hay que decirle que haga las cosas, sino que sabe lo que hay que hacer y que lo hace en menos tiempo de lo esperado.

Me gusta la gente con capacidad para medir las consecuencias de sus acciones, la gente que no deja las soluciones al azar.

Me gusta la gente estricta con su gente y consigo misma, pero que no pierda de vista que somos humanos y nos podemos equivocar.

Me gusta la gente que piensa que el trabajo en equipo, entre amigos, produce más que los caóticos esfuerzos individuales.

Me gusta la gente que sabe la importancia de la alegría.

Me gusta la gente sincera y franca, capaz de oponerse con argumentos serenos y razonables.

Me gusta la gente de criterio, la que no se avergüenza de reconocer que no sabe algo o que se equivocó.

Me gusta la gente que al aceptar sus errores, se esfuerza genuinamente por no volver a cometerlos.

Me gusta la gente capaz de criticarme constructivamente y de frente; a éstos los llamo mis amigos.

Me gusta la gente fiel y persistente, que no fallece cuando de alcanzar objetivos e ideas se trata.

Me gusta la gente que trabaja por resultados. Con gente como esa, me comprometo a lo que sea, ya que con haber tenido esa gente a mi lado me doy por bien retribuido.

Mário Benedetti

 



Escrito por André Maronna às 23h33
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Queen - Por todo o sempre!

É com grande alegria que divulgo aqui no Brama Veda o blog da minha amiga Claudia que é apaixonada pela maior banda de todos os tempos. É bem verdade que muitos irão discordar, mas como nós somos apaixonados e realistas fiquem na utopia enquanto nos gabamos por apreciar a melhor voz do planeta imortalizada por Freddie Mercury. Queen, essa homenagem é mais que merecida!

http://clauqueen.blogspot.com 

 

 



Escrito por André Maronna às 02h34
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É possível ser livre?

 

O homem está condenado a ser livre.

Condenado porque não criou a si próprio e no entanto livre, porque uma vez lançado ao mundo é responsável por tudo que fizer.

Jean Paul Sartre



Escrito por André Maronna às 23h30
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Inusitado

 

Estava aqui navegando na internet e ao mesmo tempo assistindo as imagens violentas que passavam no canal dos Bispos. Eis que tive a feliz idéia de escrever para o programa. E não é que o Bispo leu minha mensagem no ar? rs... Verdade! Não só leu minha opinião sobre a violência como ainda tocou o hino do Juventus da Moóca conforme havia pedido. Foi uma experiência bem bacana... Me diverti muito! Segue abaixo o texto enviado.

Caro Bispo,

A violência maior é aquela que sofremos todos os dias com a falta de educação, de emprego e principalmente de justiça. O brasileiro principalmente ja não aguenta mais engolir tantos sapos e acaba por deixar a violência falar mais alto que a razão.

Abraços e toca o hino do meu Juventus da Moóca

André Maronna
filósofo - Tatuapé

 



Escrito por André Maronna às 02h25
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A questão da Adversidade

Certo dia durante o trabalho, uma cliente idosa já beirando os setenta anos de idade me disse certas coisas a respeito de sua família quando comentávamos algo acerca dos anos sessenta e setenta.

Eu dizia a ela que gostaria muito de ter nos dias de hoje a educação que se tinha naquela época e não só ela mais muitos idosos com quem converso sempre me confirmam que era um tempo onde à educação era algo mais que necessário, porém de forma muito natural fazia parte daquele cotidiano de muitos paulistanos e inúmeros imigrantes de países como Itália, Espanha e Portugal.

 

Pois bem, a conversa desenrolou e ela me contou sobre as inúmeras qualidades de seu marido e o quanto foi feliz junto aos filhos e achei aquilo muito bonito, todavia ela passou a dizer aquilo que não gostava no marido principalmente depois dos sessenta anos e foi justamente isso que me motivou a escrever este texto.

 

Esta senhora me contou inúmeras qualidades do marido, no entanto os 80% de qualidades ficou muito pequeno perto dos 20% negativos em razão da forma como ela colocava os fatos e passei a notar que seu semblante mudava espantosamente, mas não a interrompi e deixei que ela terminasse. Ainda que me viesse a mente inúmeros julgamentos a respeito, conservei-me em silêncio e simplesmente a deixei ir dizendo apenas que a vida no provoca diariamente, mas que cabe a nós aceitarmos e encararmos as adversidades.

 

Essa situação toda ficou tão presa a meus pensamentos que resolvi trazer a questão para a minha realidade e uma vez realizada o feito, percebi que temos realmente a mania de enaltecer aquilo que não presta e deixamos de valorizar aquilo que de melhor temos ou simplesmente nos foi proporcionado.

 

Em verdade, precisamos mesmo é aprender com as adversidades, uma vez que criamos a consciência de que é uma situação muito mais no papel do que na vida, ou seja, nos falta a prática.

 



Escrito por André Maronna às 11h37
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Assunto Proibido

                   

O que devemos fazer quando nos deparamos com algum assunto do qual não admitimos falar nem amarrado? Como lidar em situações aonde aquele assunto proibido vem à tona?

 

É uma situação inusitada que vem carregada de histórico nem sempre muito agradável, pois do contrário não haveria motivo algum para negar, assustar-se ou temer determinado assunto.

 

Outro problema é que esses assuntos ‘’proibidos’’ normalmente são de difícil trato e isso é ruim, pois se fica alimentando um ambiente mentiroso e receoso e quando menos se espera já estão todos os envolvidos trancados em situação de desconforto, mas fingindo não sentir nenhum tipo de incomodo, pois qualquer reação contrária ou mesmo de atrito seria um alerta para o assunto digamos... Secreto!

 

Esse deslocamento do foco é o grande responsável por pessoas viverem às vezes vinte, trinta anos ou mais com alguém e não perceber que ele era um psicopata, ou um traidor, ou ainda que ele transava com a própria irmã a mais de quinze anos, por exemplo. Esse tipo de surpresa por incrível que pareça é muito comum, pois as pessoas ficam prezas a certos tabus e vitimadas pela própria fuga, acabam se frustrando muito mais a frente por não querer enxergar o óbvio quando ainda no inicio da situação.

 

Não adianta deixarmos de lado aquelas situações conflitantes. Primeiro porque não fomos criados para viver em conflito, embora tenhamos verdadeira adoração pela situação.

 

Não fomos criados para ser infeliz e isso traz com segurança e garantia de infelicidade eterna, pois uma vez criada a situação tornar-se-á refém dela por todo o sempre.

 

E ainda, não há felicidade onde não existir cumplicidade e esse tipo de doação só existe onde há afinidade e essa por sua vez só ocorrerá em ambiente de confiança e doação. Logo, não é possível prometer a ninguém o caminho da felicidade, pois nós seres humanos temos enormes parâmetros que definiriam a chamada, felicidade, más é possível prever de forma muito tranqüila que a comunicação é necessária e que a tradição sem a escuta do outro é renegar origens e ainda, é jogar no lixo uma identidade que poderia servir para justamente dar aquela identidade necessária que permitiria por exemplo falar sobre qualquer assunto seja em família, no trabalho ou na escola por exemplo.

 



Escrito por André Maronna às 10h06
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É só V que é diferente

 

 

O V da vitória deveria ser a gloria

O V da vingança não poderia morar na lembrança

O V da tragédia poderia ser a mais fúnebre das controvérsias

Logo, o V do amor poderia ser encontrado por simples ato de doação.

Não existe V onde não há vingança

Não existe V onde não há esperança

Esperança é para os tolos

Ação é para os lúcidos e perturbados alucinados

Rebeldes sem causa

São Muitos!

Muitos que o mundo esqueceu de enterrar

Muitos que a música ajudou a não calar

Uma onda calma, porém barulhenta.

De uma ideologia ainda perseguida

Não permitindo o questionamento tão logo a democracia

Simplesmente resistindo ao sistema absoluto sustentado pelos generais

Sou apenas o V da vitória esquecida

Sou apenas o V da vingança adoecida

O V mais vingativo e alucinado de todos os tempos

Sou aquele V que tem nojo das próprias vitórias por não as considerar legitimas

Um V vitimado pelo tempo

Um V contra outro V que nunca se vê

Um amor violentado pela psicologia da destruição

Aquela que usa o V da vitória e faz o V de vorazes sedentos por humanidade acreditarem que V de vermes malditos e perversos existem, para que você os eleja, mas nunca os procure ou os veja.

O V do vermelho comunista já não sangra mais, pois não adianta. Só a tragédia pode salvar!

Enquanto a tragédia não ocorre, torço para que continuemos apenas acreditando que tudo não passa de um V trocado sem propósito e como outras letras que grudadas em outras letras sempre irão nos confortar com o que queremos ouvir e ler, mas não com a verdade que deveríamos saber ou ouvir!

É a vida sendo levada adiante deixando que os outros resolvam, agora, o que ninguém pensou é que o que vem depois de nós, já consegue ser muito pior do que somos.

 



Escrito por André Maronna às 23h23
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Serra, seu ditadorzinho de merda

Sr. Serra

Em primeiro: SOU CONTRA O FUMO.
Mas, você quer mesmo o BEM DA POPULAÇÃO?

Fumar mata. Mata sim !

Mas ir ao Shopping fazer compras, mata e poderia ser evitado.
Abrir a loja todos os dias, também mata. Quando não mata, traumatiza.
Sacar dinheiro no caixa eletrônico mata.
Parar em qualquer semáforo da cidade... mata.
Respirar a poluição expelida pelos caminhões e carros também mata.
Recorrer a um posto de saúde ou Hospital Público, mata... e como !
Álcool no volante mata ! Cadê os bafômetros.
Atravessar a rua mata !
Gripe, qualquer delas, mata. Subnutrição mata. Falta de higiene pública mata.


Você vai no mais fácil meu querido ex-exilado que, ao contrário de tantos, não foi se exilar na Albânia.
Ex-exilado e ainda vivo. Quando tantos nem chegaram ao exílio. Foram parar em covas rasas.

E você ainda fez do exílio sua ponte para o cargo político que tanto adora.

Você está mesmo preocupado com os fumantes.. ativos...e passivos ?

midia vai continuar dando espaço para seus quinze minutos de propaganda implícita.
Você,  que se elegeu dizendo-se da Móoca, mas que não sai dos Jardins.
Você que se elegeu dizendo-se ex-exilado, mas que tornou-se um Ditadorzinho de Merda

Aldo Della Monica
Jornalista e Bibliotecário formado pela USP,
pesquisando Genealogia e História das Famílias.
Será um prazer receber sua visita em meu site:

www.dellamonica.com.br



Escrito por André Maronna às 01h01
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tRês-1=Doi2s

 

Três cabeças

Uma só cabeça

Uma cabeça que pensa

Outra que pensa que pensa

E outra que segue aquele... O que pensa que pensa

Aquele que foi subtraído pensa demais

Pensa tanto que não se sente capaz

Pois de tanto pensar surtou sem sequer notar

E hoje vive como simples mortal

Normal e absoluto

Simplesmente vive

 

Uma realidade azeda e inerte ao mundo sensível em que vivem

Uma dura e severa liberdade que aprisiona demais

Sufocante liberdade

Não deixa sequer permitir-se ao novo

Mas continua-se a pensar por simples pensar

 

E de forma alguma sem sequer notar

Não percebem a arte de anular

Aquele que nunca irá resmungar

Mas que o seu coração ira maltratar

 

A vida segue como 3-1 é 2

E dois caminham juntos

E um caminha sozinho

Esperando que a vida lhe dê um sopro

Pois do contrário é subsistir em mundo alheio a compreensão.

 

Agora na ausência da compreensão, fico com a alteridade.

Que é simples como o simples enxergar do outro

Pois quem compreende, tolera.

E tolerância é o mesmo que suportar

E creio não haver fardo maior que a própria infelicidade.

 



Escrito por André Maronna às 10h07
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BRASIL, Sudeste, SAO PEDRO, Tatuapé, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Spanish, Livros, Política, Artes e Cultura
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